Como remover vírus de pendrive que converte arquivos e pastas em atalhos

Um vírus que infecta o pendrive e converte documentos e programas em simples atalhos. Isso sempre foi uma praga!!!

Tal atividade impede que o usuário abra qualquer coisa e muitas vezes leva a uma atitude desesperadora: a formatação da unidade removível.

A solução do problema é simples e pode poupar algumas dores de cabeça. Primeiramente, vale salientar que o vírus não apaga nenhum arquivo do pendrive. Esta praga apenas oculta documentos e cria atalhos falsos, por isso, mantenha a calma.

Agora que sabemos que os arquivos, em teoria, estão no pendrive, devemos verificar se o problema em questão está relacionado ao vírus.

Para averiguar se seus arquivos continuam na unidade, veja se no ícone do pendrive (disponível em “Meu Computador”) o espaço utilizado continua idêntico ao que era anteriormente.

pendrive

Se o  Windows informar que a unidade está vazia, então é possível que o vírus que você pegou seja outro. Do contrário, a execução dos passos a seguir deverá resolver seu problema. (:

Recuperando arquivos

  1. Abra o Prompt de Comando (item presente no “Menu Iniciar” dentro da pasta “Acessórios”)

92358         2. Agora digite o seguinte comando:

attrib -h -r -s /s /d F:\*.*

75588

Importante: a letra “F” deve ser substituída pela letra atribuída ao seu pendrive.

Método manual

  1. Acesse a pasta que foi então afetada pelo vírus e clique com o botão direito sobre o arquivo contaminado (que atualmente é um atalho).
  2. Abra as Propriedades do arquivo.
  3. Acesse a aba “Atalho” e remova quaisquer informações que não tenham relação com o caminho do arquivo em questão (realizar o processo no item “Destino” e “Iniciar em”). Veja o exemplo abaixo:

95842

Etapas finais

  1. Utilize um bom antivírus e análise o pendrive e o HD.
  2. Instale um anti-malware no seu computador e faça outra varredura no disco local e na unidade removível.

O que é e para que serve uma VPN?

O que é e para que serve uma VPN?




As VPNs são uma ferramenta extremamente poderosa para a segurança das informações digitais, mas muitos usuários ainda desconhecem o recurso. O acrônimo, que representa uma “Rede Virtual Privada” permite o tráfego de dados de forma segura e também permite o acesso a uma rede interna de uma empresa, mesmo trabalhando em casa, por exemplo.

Com isso, é mais fácil levar dados de um ponto a outro da rede sem ficar a mercê de cibercriminosos ou da vigilância, em caso de governos autoritários. A VPN age, em resumo, como uma espécie de firewall, que em vez de proteger seu computador, mantém seguros os seus dados enquanto trafegam pela rede.

Por este motivo, o recurso é especialmente por empresas, que gostariam que seus dados, muitas vezes sigilosos, ficassem longe de olhos curiosos. É possível se conectar até mesmo em redes públicas de forma segura e transmitir informações protegidas com a utilização das VPNs. Graças à criptografia, mesmo que criminosos consigam interceptar as informações, é difícil que eles consigam acessá-las.

Ela também é útil para usuários individuais, que podem usá-las para mascarar seus IPs, de forma a burlar bloqueios de região. Um iraniano, por exemplo, poderia usá-la para acessar o YouTube, onde o serviço é proibido por questões políticas. Seu endereço de IP seria substituído pelo do provedor de VPN, liberando seu acesso.

Para se conectar a uma rede segura do tipo, é necessário acessar a internet da forma que você sempre faz e depois iniciar uma conexão com o servidor de VPN, usando um software específico. No caso de uma empresa, é só se ligar ao servidor e você tem acesso à rede interna da companhia e todos os arquivos.

 

Fonte: Olhar Digital.

GNU/LINUX não pega vírus?

Entenda porque o GNU/LINUX não pega vírus. Depois de ler este artigo, você não vai se preocupar nunca mais.

por Danilo Magrini – Twitter @DaniloMagrini

Muito se ouve falar sobre a não existência de vírus  para GNU/Linux ou sobre o próprio sistema operacional ser imune a esses. Mas pior do que isso são os argumentos e explicações, muitas vezes fantasiosas, para sustentar tais afirmações. Vamos esclarecer nesse artigo, os reais motivos que ao longo do tempo foram resumidos em apenas uma frase: “O GNU/Linux não pega vírus.

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